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Notícias da Igreja Ministerio Fruto do Espírito

 


A graça e a paz, família! 

É com muita alegria que anunciamos o lançamento de mais uma edição da nossa Revista Fruto do Espírito .

Nesta edição, separamos um material muito especial para compartilhar tudo o que Deus tem feito em nosso meio, destacando o crescimento da nossa igreja local por meio de cultos, discipulados, células, testemunhos e orações.

Confira os destaques que você vai encontrar nesta edição:

  • Palavra do Pastor Presidente: O Pr. Josué Costa traz uma reflexão profunda sobre como lidar com as incertezas da vida, nos orientando através das sagradas escrituras a depender de Deus em totalidade e viver o verdadeiro propósito.

  • Nosso DNA em Células e Discipulado: Explicamos como funcionam os nossos pequenos grupos nos lares, um ambiente familiar e de acolhimento essencial para o fortalecimento da fé e o cuidado mútuo. Celebramos também a formatura da Primeira Turma do Módulo I do Curso de Discipulado!

  • Cobertura de Eventos Inesquecíveis: Veja as fotos e os testemunhos do nosso Segundo Retiro Espiritual com o tema "Crescendo e Vivendo o Propósito", que contou com gincanas, vigília e um emocionante batismo nas águas. Também mostramos como foi o "Acampa dentro" com nossos juniores e adolescentes.

Não estamos vivendo apenas mais um ciclo, mas sim um propósito claro de vida e ministério, buscando alinhar nossas atitudes à vontade de Deus a cada novo dia.

📖 Leia a revista completa agora mesmo!

O formato digital é interativo, leve e super fácil de ler pelo celular, tablet ou computador.

👉 Clique aqui para folhear a edição: https://heyzine.com/flip-book/771abf1713.html

Venha fazer parte do que Deus está construindo. Lembre-se também das nossas reuniões: Células às quintas-feiras (19h30) e Cultos aos domingos (19h). Um ministério que se importa com você!



Como Viver a Verdadeira Liberdade em Cristo

 

Graça e Religiosidade: Como Viver a Verdadeira Liberdade em Cristo

A jornada cristã frequentemente esbarra em uma encruzilhada fundamental: o caminho da Graça e o caminho da Religiosidade. Enquanto um nos liberta para vivermos o propósito de Deus sem culpa, o outro nos aprisiona em um ciclo de regras, condenação e medo.

Mas como separar, teológica e espiritualmente, essas duas realidades? Como viver a graça de forma genuína em um mundo que, muitas vezes, ainda prefere o peso da lei?

A Diferença Entre a Lei e a Graça

Teologicamente, a Lei (e por extensão, a religiosidade baseada em regras humanas) tem um propósito claro: revelar o pecado. A lei nos mostra o padrão perfeito de Deus e, simultaneamente, a nossa incapacidade humana de alcançá-lo. A lei aponta o dedo e diz: "Você falhou". Ela condena porque exige perfeição de seres imperfeitos.

A Graça, por outro lado, é o favor imerecido de Deus. Onde a lei exige justiça, a graça providencia a justiça através da obra consumada de Jesus Cristo na cruz. A graça nos dá a condição de vivermos sem culpa e sem condenação, não porque somos perfeitos, mas porque Cristo foi perfeito em nosso lugar. A religiosidade diz: "Faça para ser aceito". A graça diz: "Você já foi aceito, portanto, viva".

Por que a Religiosidade se Opõe à Graça?

Se a graça é tão maravilhosa, por que os opositores e simpatizantes da lei e da religiosidade se opõem tanto a quem vive nesse propósito?

A resposta reside no ego humano. A religiosidade alimenta o orgulho, permitindo que as pessoas se sintam superiores às outras por cumprirem uma lista de regras. A graça destrói o mérito humano. Ela nivela todos nós aos pés da cruz. Para o religioso, a graça parece "fácil demais" ou perigosa, pois tira das mãos humanas o controle e a capacidade de julgar os outros. O religioso teme a liberdade que a graça proporciona.

10 Apontamentos Bíblicos: Da Sombra da Lei à Luz da Graça (NVI)

Para compreendermos essa transição e firmarmos nosso coração na graça, vejamos o que a Palavra de Deus nos ensina, percorrendo o Antigo e o Novo Testamento.

Antigo Testamento: A Insuficiência do Esforço Humano

Mesmo no Antigo Testamento, Deus já apontava que a salvação e a justiça não viriam pelo mero cumprimento de regras, mas pela fé e por um coração transformado.

  • 1. A Justiça vem pela Fé:

    "Abrão creu no Senhor, e isso lhe foi creditado como justiça."Gênesis 15:6

  • 2. A Inutilidade da Autojustiça:

    "Todos nós nos tornamos impuros, todas as nossas justiças são como trapo de imundícia..."Isaías 64:6

  • 3. A Promessa de uma Nova Aliança:

    "Porei a minha lei no íntimo deles e a escreverei nos seus corações. Serei o Deus deles, e eles serão o meu povo."Jeremias 31:33

  • 4. A Necessidade de Transformação Interna, não Externa:

    "Darei a vocês um coração novo e porei um espírito novo em vocês; tirarei de vocês o coração de pedra e lhes darei um coração de carne."Ezequiel 36:26

  • 5. O Relacionamento Acima do Ritual:

    "Pois desejo misericórdia, não sacrifícios, e conhecimento de Deus em vez de holocaustos."Oseias 6:6

Novo Testamento: A Consumação da Graça em Cristo

No Novo Testamento, a graça é revelada em sua plenitude através de Jesus, anulando a condenação da lei.

  • 6. A Salvação é um Dom:

    "Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie."Efésios 2:8-9

  • 7. O Fim da Condenação:

    "Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus."Romanos 8:1

  • 8. A Anulação da Graça pelo Legalismo:

    "Não anulo a graça de Deus; pois, se a justiça vem pela lei, Cristo morreu inutilmente!"Gálatas 2:21

  • 9. O Chamado para a Liberdade:

    "Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão."Gálatas 5:1

  • 10. A Justificação Gratuita:

    "Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus."Romanos 3:23-24

Aplicação: Como Viver a Graça na Prática?

Saber a teoria é o primeiro passo, mas como aplicamos isso no dia a dia?

  1. Abandone o Tribunal Interno: Quando você pecar, não fuja de Deus com medo do castigo (isso é religiosidade). Corra para Deus em arrependimento, confiando no perdão imediato (isso é graça).

  2. Pare de Medir os Outros: A religiosidade nos faz juízes; a graça nos faz irmãos. Olhe para as falhas dos outros lembrando o quanto você também precisa da misericórdia divina diariamente.

  3. Sirva por Amor, não por Medo: Seus devocionais, idas à igreja e boas obras não são uma "moeda de troca" para comprar bênçãos. Faça essas coisas porque você ama Aquele que já lhe deu tudo.

  4. Resista à Pressão Religiosa: Quando pessoas tentarem impor fardos sobre você (exigindo rituais e regras puramente humanas para "provar" sua espiritualidade), lembre-se de Gálatas 5:1. Mantenha-se firme na liberdade de Cristo.

Conclusão

A religiosidade é um fardo pesado demais para qualquer ser humano carregar. Ela esmaga o espírito sob o peso da culpa, da comparação e da constante sensação de inadequação. A lei foi dada para nos mostrar que precisávamos de um Salvador, e a Graça nos foi dada porque esse Salvador chegou.

Viver a graça teologicamente é entender que o sacrifício de Cristo foi suficiente. Viver a graça espiritualmente é respirar aliviado, sabendo que o amor de Deus por você não oscila com base no seu desempenho de hoje. Deixe que os opositores da graça defendam suas regras; quanto a você, escolha abraçar a cruz, viver o seu propósito e caminhar em plena liberdade. Em Cristo, a conta já foi paga.



O Veredito de Jesus: O Confronto com a Religiosidade e o Convite à Graça

Durante o seu ministério terreno, Jesus lidou diretamente com o choque entre esses dois mundos. Seus maiores embates não foram com os "pecadores declarados", mas com os líderes religiosos da época (fariseus e mestres da lei), que haviam transformado a fé em um fardo insuportável de regras. Jesus deixou muito claro o contraste entre a escravidão da religiosidade e o alívio da Sua graça.

1. Jesus condenou o peso da religiosidade (A aparência sem essência) A religiosidade se preocupa com o exterior, com as regras humanas e com o status. Jesus confrontou isso duramente, mostrando que a verdadeira adoração é uma questão de coração, e não de rituais mecânicos que aprisionam as pessoas:

"Ele respondeu: 'Bem profetizou Isaías acerca de vocês, hipócritas; como está escrito: Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens. Vocês negligenciam os mandamentos de Deus e se apegam às tradições dos homens'."Marcos 7:6-8 (NVI)

"Eles atam fardos pesados e os colocam sobre os ombros dos homens, mas eles mesmos não estão dispostos a levantar um só dedo para movê-los."Mateus 23:4 (NVI)

2. Jesus ofereceu o descanso da Graça Enquanto a religião dizia "esforce-se mais, cumpra mais regras, purifique-se antes de se aproximar", Jesus fez o convite oposto. Ele chamou os exaustos pela tentativa frustrada de alcançar a autojustiça e ofereceu descanso:

"Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu darei descanso a vocês. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve."Mateus 11:28-30 (NVI)

3. A Graça justifica o humilde, mas a lei rejeita o orgulhoso Na famosa parábola do fariseu e do publicano, Jesus descreve um religioso que confiava em sua própria obediência às leis (jejuava e dava dízimos de tudo) e um cobrador de impostos que apenas batia no peito pedindo misericórdia. O veredito de Cristo destrói a lógica da religiosidade:

"Eu digo a vocês que este homem [o pecador arrependido], e não o outro [o religioso], foi para casa justificado diante de Deus. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado."Lucas 18:14 (NVI)

Para Jesus, a graça não é um prêmio para os que se consideram perfeitos através do cumprimento da lei, mas um presente redentor para os que reconhecem sua total dependência do amor e do perdão de Deus.

Em Cristo


autor

Reverendo Josue Costa Chavez

Mentalidade de Escassez vs. Mentalidade de Abundância: O Propósito Divino

 

Mentalidade de Escassez vs. Mentalidade de Abundância



 

O propósito divino para uma vida plena, generosa e transformada

A Transformação da Mente: de uma perspectiva de falta para a plenitude na vida cristã

Há pessoas que atravessam a vida como quem segura um copo quase vazio: protegem cada gota, temem cada perda e enxergam o futuro como ameaça. Outras, porém, aprendem a olhar para a mesma realidade com outra lente: a lente da fé, da gratidão e da confiança em um Deus cuja provisão não se esgota.

Este artigo propõe uma jornada de renovação interior. À luz das Escrituras, do pensamento cristão e de conceitos contemporâneos sobre mentalidade, veremos que a abundância bíblica não é luxo, ostentação ou triunfalismo. É plenitude com propósito. É viver em shalom: paz, inteireza, restauração e suficiência para cumprir a missão que Deus confiou a cada um de nós.

1. Introdução: as lentes através das quais vemos o mundo

A forma como percebemos o mundo não apenas influencia nossas escolhas; ela molda nossa maneira de sentir, decidir, servir e perseverar. Muito antes de autores modernos popularizarem expressões como “mentalidade de escassez” e “mentalidade de abundância”, a Bíblia já ensinava que a transformação começa pela renovação do entendimento: “transformai-vos pela renovação do vosso entendimento” (Romanos 12:2).

Em termos simples, existem duas lentes que podem governar a vida:

·         A lente da escassez: focada na falta, na comparação, no medo, na competição e na sensação constante de que “não haverá o suficiente”.

·         A lente da abundância: fundamentada na confiança, na gratidão, na generosidade e na convicção de que Deus é Pai, Provedor e Senhor de todas as coisas.

O objetivo deste estudo não é incentivar pensamento positivo superficial, mas conduzir o leitor a uma pergunta mais profunda: que tipo de visão está governando meu coração — a visão do medo ou a visão da fé?

2. O raio-X das mentalidades

Para compreender o impacto dessas duas formas de pensar, observe como elas se manifestam no cotidiano espiritual, emocional e relacional.

Característica

Mentalidade de Escassez

Mentalidade de Abundância

Foco principal

O que falta, o que ameaça, o que pode ser perdido.

O que Deus já entregou, o que pode ser semeado, o que pode florescer.

Emoção dominante

Medo, ansiedade, inveja e comparação.

Paz, alegria, contentamento e confiança.

Relação com o próximo

Competição: “se o outro ganha, eu perco”.

Colaboração: “há espaço para todos crescerem”.

Imagem de Deus

Um senhor distante, severo e limitado.

Um Pai amoroso, presente e inesgotável.

Prática diária

Reter, acumular, murmurar e desconfiar.

Compartilhar, semear, agradecer e servir.

 

A escassez fecha as mãos e estreita o coração. A abundância abre as mãos e alarga a visão. Uma pergunta revela a diferença entre elas: eu vivo tentando proteger o pouco que temo perder ou administrando com fé aquilo que Deus me confiou?

3. A ilusão da escassez e suas raízes bíblicas

A mentalidade de escassez é uma das formas mais sutis de incredulidade. Ela não nega Deus com os lábios, mas vive como se Ele estivesse ausente, atrasado ou limitado. Seu efeito é paralisante: rouba a paz, sufoca a generosidade e transforma pessoas em reféns da comparação.

Na Bíblia, a escassez aparece sempre que o olhar humano se fixa mais na circunstância do que no caráter de Deus. Jesus confrontou essa ansiedade ao ensinar: “Não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou com que nos vestiremos? [...] vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas elas; mas buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:31-33).

3.1 O povo no deserto: quando a memória da escravidão parece mais segura que a liberdade

Israel viu o mar se abrir, recebeu maná do céu e foi guiado pela presença de Deus. Ainda assim, em Números 11:4-6, o povo chorou desejando os alimentos do Egito. A escassez tem esse poder: romantiza o passado de opressão porque tem medo do futuro de fé. Eles tinham o pão do céu, mas sentiam falta da comida da escravidão.

3.2 O jovem rico: quando possuir muito ainda não é viver em plenitude

Em Mateus 19:22, o jovem rico se retirou triste porque possuía muitos bens. Sua tragédia não estava na riqueza em si, mas no domínio que ela exercia sobre seu coração. A escassez espiritual pode existir até em quem tem abundância material, pois o problema não é apenas quanto se possui, mas o quanto aquilo possui a alma.

3.3 Os discípulos diante da multidão: quando a matemática humana esquece o poder divino

Diante de milhares de famintos, os discípulos disseram: “Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes” (Mateus 14:17). Era verdade — mas era uma verdade incompleta. A escassez vê o cesto; a fé vê Cristo. A abundância começa quando aquilo que parece insuficiente é colocado nas mãos certas.

3.4 Marta e Maria: quando a dor prende a fé no passado

Diante da morte de Lázaro, Marta e Maria disseram: “Senhor, se tu estivesses aqui...” (João 11:21). A escassez emocional costuma viver no “se”: se tivesse sido diferente, se tivesse chegado antes, se eu não tivesse perdido. Jesus, porém, revela que a abundância divina não está presa ao calendário humano. Ele é a ressurreição e a vida no agora.

4. A verdadeira abundância: plenitude com propósito

Na perspectiva cristã, abundância não é sinônimo de luxo egoísta, consumo desenfreado ou promessa de ausência de sofrimento. A abundância bíblica é mais profunda: é vida cheia de Deus, orientada por propósito, sustentada pela graça e disponível para servir.

O conceito hebraico de shalom ajuda a iluminar essa visão. Ele comunica mais do que “paz” como ausência de conflito; aponta para inteireza, harmonia, bem-estar, restauração e completude. Em outras palavras, Deus não deseja apenas nos tirar do caos, mas restaurar em nós uma vida inteira diante dele.

4.1 A promessa da vida abundante

Jesus declarou: “Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância” (João 10:10). Essa promessa não reduz a fé a ganhos materiais. Ela revela uma vida reconciliada com Deus, livre da tirania do medo e frutífera em amor, serviço e esperança.

4.2 A lei espiritual da semeadura

A escassez retém porque teme perder. A abundância semeia porque confia no Senhor da colheita. Paulo ensina: “O que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará” (2 Coríntios 9:6). Generosidade, portanto, não é imprudência; é fé praticada com sabedoria.

4.3 O contentamento que liberta

Abundância não é ter tudo o que se deseja, mas aprender a viver ancorado em Cristo em qualquer estação. Paulo afirmou: “Sei estar abatido e sei também ter abundância [...] Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” (Filipenses 4:12-13). O contentamento cristão não é conformismo; é liberdade interior.

4.4 A abundância como canal, não como vitrine

Deus não nos abençoa para que a bênção termine em nós. Desde Abraão, o padrão divino é claro: “abençoar-te-ei [...] e tu serás uma bênção” (Gênesis 12:2). A verdadeira abundância transforma pessoas em canais: recursos, dons, tempo, conhecimento, acolhimento e misericórdia passam por elas para alcançar outros.

5. Aplicação prática: como mudar sua lente hoje

A passagem da escassez para a abundância não acontece apenas por inspiração momentânea. É uma prática diária de fé, discernimento e obediência. A mente precisa ser treinada pela Palavra, e o coração precisa ser reeducado pela confiança.

1.    Faça um diagnóstico honesto da escassez. Pergunte a si mesmo: onde tenho reagido com medo? Em que área sinto inveja, comparação ou necessidade de controle?

2.    Renove a mente com a Palavra. A ansiedade cresce quando a alma se alimenta apenas de crise. Separe tempo para meditar em textos como Mateus 6:25-34, Romanos 12:2 e Filipenses 4:6-13.

3.    Pratique gratidão intencional. Gratidão não ignora problemas; ela impede que os problemas se tornem a única lente da vida.

4.    Transforme medo em generosidade. Doe tempo, atenção, conhecimento, perdão e recursos. A generosidade quebra a lógica da retenção.

5.    Escolha colaboração em vez de competição. Celebre vitórias alheias. Quem vive em abundância entende que o sucesso do outro não diminui o propósito de Deus para si.

6.    Relembre as provisões de Deus. Escreva marcos de fidelidade: livramentos, respostas, portas abertas, consolos recebidos. A memória da graça fortalece a fé para o próximo passo.

6. Conclusão: de sobreviventes do medo a canais de graça

A jornada da escassez para a abundância é, acima de tudo, uma jornada de filiação. É deixar de viver como órfão espiritual — tentando controlar tudo, acumular tudo e temer tudo — para viver como filho do Pai, que conhece nossas necessidades e nos chama a buscar primeiro o seu Reino.

O deserto não precisa definir nossa mentalidade. O Egito não precisa parecer mais seguro que a promessa. O cesto pequeno não precisa impedir o milagre. A perda não precisa calar a esperança. Em Cristo, somos convidados a viver uma abundância que não se mede apenas pelo que possuímos, mas pelo quanto confiamos, repartimos, servimos e florescemos.

Que a nossa oração seja simples e profunda: Senhor, renova a minha mente, cura a minha visão e faz de mim um canal vivo da tua graça. Que onde houver medo, eu semeie fé; onde houver retenção, eu pratique generosidade; onde houver escassez, eu anuncie a suficiência do teu amor.

“Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.” (Romanos 11:36)

Fontes de pesquisa e apoio

·         Bíblia Sagrada: Romanos 12:2; Mateus 6:31-33; Números 11:4-6; Mateus 19:22; Mateus 14:17; João 11:21; João 10:10; 2 Coríntios 9:6; Filipenses 4:12-13; Gênesis 12:2; Romanos 11:36.

·         Covey, Stephen R. Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes. Conceito de mentalidade de abundância associado ao princípio “ganha-ganha”.

·         Sociedade Bíblica do Brasil. Texto de Romanos 12:2 na versão Almeida Revista e Corrigida.

·         FranklinCovey. Material sobre o Hábito 4: “Think Win-Win” e o princípio da abundância.

·         Estudos lexicais sobre shalom: paz, integridade, bem-estar, harmonia e completude na tradição bíblica hebraica.

Baseado no esboço original do Pr. Josué Costa.

 


O que te Motiva estar na Igreja?

 


Para começarmos este texto, gostaria de te levar a refletir neste texto bíblico:

1 Coríntios 1:10-  Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer. 

Para muitos, estar na igreja tornou-se uma busca por milagres, um alívio para os problemas,
uma rotina religiosa, ou apenas um espaço onde os filhos encontram atividades. Motivações diversas, corações dispersos.

Há os que caminham entre os bancos com os olhos no céu, mas os pés longe do corpo.
Crentes antigos, acostumados com a presença, mas distantes da essência. Frequentam, mas não se conectam. Cantam, mas não se entregam. Estão, mas não pertencem.

Outros, vêm por um tempo, procuram algo — e se não encontram, vão embora.
Como se a igreja fosse um lugar de passagem, e não um lar espiritual e de compromisso. 

Mas o que diz a Palavra?
A igreja não é um palco de consumo espiritual.
É o Corpo de Cristo — vivo, pulsante, interligado.
Somos membros uns dos outros. Somos corpo de Cristo, a noiva. 
Chamados à comunhão, à entrega, ao discipulado e ao propósito.

"Ora, vós sois o corpo de Cristo, e individualmente membros desse corpo."
— 1 Coríntios 12:27

"Perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações."
— Atos 2:42

A verdadeira igreja não é feita de bancos ocupados, mas de corações disponíveis.
Não é uma estação de bênçãos, é um campo de serviço, de vida, de missão.

Deus não nos chamou para sermos espectadores, mas participantes do Seu Reino.
Igreja é família. É casa. É corpo. É lugar de pertencimento, de transformação, de envio.

Vejamos: Versículos que Reprovam Motivos Errados para Ir à Igreja

Aparência e hipocrisia religiosa

"Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens."


       — Mateus 15:8-9

 Buscar reconhecimento e status social

"Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; doutra sorte não tereis galardão junto de vosso Pai que está nos céus."

— Mateus 6:1

  Cumprir um ritual sem sinceridade

"De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? diz o Senhor. Já estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados. [...] Quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue."
— Isaías 1:11,15

 Frequentar por interesse material ou carnal

"Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? [...] Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade."
— Mateus 7:22-23

 Agora, vejamos motivos corretos a luz da Palavra de Deus para estar na Igreja;

Adorar a Deus em comunhão com os irmãos

"Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor."
— Salmos 122:1

 Instrução na Palavra e crescimento espiritual

"E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações."
— Atos 2:42

 Exortar e encorajar uns aos outros

"E consideremo-nos uns aos outros, para nos incentivarmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas encorajemo-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês veem que se aproxima o Dia."
— Hebreus 10:24-25

Servir com os dons que Deus deu

"Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros."
— Romanos 12:5

Buscar a presença de Deus em unidade

"Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles."
— Mateus 18:20

 

 A Igreja Ministério Fruto do Espírito – Uma Igreja que vive o Propósito.

Há um lugar onde a graça floresce, onde o amor não é apenas falado, mas vivido.
Uma casa de oração, de comunhão, de verdade. Essa casa tem nome: Igreja Ministério Fruto do Espírito, um solo fértil onde o propósito de Deus ganha forma em cada vida que chega.

Somos uma Igreja com Propósito.
Não caminhamos ao acaso — caminhamos com direção.
Cremos na Palavra que diz:

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”
— João 8:32

 Aqui, a verdade cura. Liberta. Transforma.

A liderança pastoral não se isola, mas visita, cuida, ora e discipula.

A cada célula, o evangelho respira.
A cada oração, o céu se aproxima.
Em cada casa, uma chama se acende:
Jesus Cristo, esperança viva.

Evangelizamos não por obrigação,
Mas por amor à alma perdida.
A Escola de Profetas é onde os filhos aprendem a ouvir a voz de Deus.
A liderança é formada com propósito, com metas, com direção do Espírito.
Aqui, não se cresce por crescer.
Se cresce com raízes. Com fruto. Com fé.

“Portanto, ide, fazei discípulos de todas as nações...”
— Mateus 28:19

Trabalhamos na cura interior e na libertação,
Porque sabemos que Deus não nos quer apenas salvos —
Ele nos quer inteiros.
Não basta nascer, é preciso renascer.

Prosperidade não é acúmulo — é vida plena.
Fé não é conceito — é chama que arde no coração.
Honramos a Deus com nossas primícias, com generosidade sincera,
Porque aprendemos que dar é um ato de adoração.

“Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros...”
— Provérbios 3:9-10

Na Igreja Ministério Fruto do Espírito,
Cada abraço é acolhimento,
Cada palavra é semente,
Cada culto é encontro,
Cada membro é família.

Porque aqui, nós nos importamos com você.
Você não é número, é nome.
Não é multidão, é propósito.
Não é visitante, é parte.
Você é amado, e neste lugar, você é visto.

Por Que Estamos Aqui? – A Igreja Como Corpo, Casa e Chamada

Para começar essa reflexão, te convido a olhar para este apelo do apóstolo Paulo em 1 Coríntios 1:10:

"Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer."

Essa não é apenas uma recomendação moral — é uma convocação espiritual. A igreja não é um clube social, nem um centro de soluções rápidas. Ela é o Corpo vivo de Cristo na terra, e isso muda tudo.

Desconectados, mas Presentes?

Muitos hoje frequentam a igreja sem pertencer de verdade. Estão no culto, mas não estão no Corpo. Ouvem a Palavra, mas não praticam a comunhão. Participam da liturgia, mas vivem desconectados da missão. Isso acontece porque, muitas vezes, o motivo pelo qual alguém vai à igreja está desalinhado com a vontade de Deus.

Jesus confrontou isso com firmeza:

“Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.”
— Mateus 15:8

Deus não se impressiona com frequência, mas com fidelidade. Ele não busca religiosos; Ele busca relacionamento.

A Igreja: De Propósito, Com Propósito

A Igreja, segundo o plano eterno de Deus, é muito mais do que um lugar: é um organismo vivo. Ela tem cabeça (Cristo), membros (nós), direção (Espírito Santo), missão (discipular) e propósito (glorificar a Deus).

1. Chamados à Comunhão

“Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor.” — Salmos 122:1
A igreja é lugar de festa, de celebração coletiva da fé. Um só coração, uma só alma. Não se trata de “eu com Deus”, mas “nós com Cristo”.

2. Chamados à Formação

“E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão...” — Atos 2:42
Aqui, não se entrega apenas pão — se entrega Palavra sólida. Formação bíblica, discipulado intencional e crescimento integral (espiritual, emocional, relacional).

3. Chamados à Edificação Mútua

“Consideremo-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor...” — Hebreus 10:24-25
A Igreja não é palco. É corpo. E corpo saudável se fortalece em encorajamento mútuo — especialmente em dias difíceis. Aqui, ninguém caminha sozinho.

4. Chamados a Servir

“Cada um exerça o dom que recebeu para servir os outros...” — 1 Pedro 4:10
Ninguém está na Igreja só para receber. Somos chamados a servir com os dons, a somar com graça, a frutificar com o que Deus nos deu.


A Igreja Que Deus Sonha é a Igreja Que Ama

Na Igreja Ministério Fruto do Espírito, não vivemos por performance espiritual, mas por presença transformadora. A liderança pastoreia com os pés na terra e os olhos no céu. Os ministérios não giram em torno de vaidades, mas de vocações.

Aqui, cada irmão importa.
Cada lágrima é notada.
Cada vitória é celebrada em comunhão.
Porque a fé que não cria família, não reflete o Reino.

“Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.” — João 13:35


Conclusão: Mais que Frequência, Pertencimento

Ir à igreja sem envolvimento é como estar no corpo e não pulsar com o coração. Deus está nos chamando para um nível mais profundo — de participação ativa, relacional e espiritual.

Seja bem-vindo à Igreja Ministério Fruto do Espírito.
Aqui, você não é plateia. Você é propósito.
Você não é mais um. Você é parte.
Você não está apenas na igreja — você é a Igreja.



Autor: Reverendo Josue Costa


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